Que melancolia aguda me invade os poros e afoga o ambiente em tons de azul. Vontade estranha de se corromper pelo tempo cometendo pensamentos fugidios, habitar harmônicos escusos. Flutuo pelo dia que ainda nem acelerou às horas, caminha lentamente em direção ao começo de outro. O futuro intangível ou quanticamente moldável. O passado invariavelmente reinterpretado, tudo vibrando nos auto-falantes internos. A música ambiente dos pensamentos, as mensagens recortadas, instáveis.