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No zumbido condenso
crio curvas em cadência
sobrevõo a maré cândido.
Aceito a brisa como plano
permeio vapores salgados
me arrebento na areia lisa.
Úmido e espalhafatoso
cardeal em comedido
linhas em duvidoso
cadarço encardido.
Dentro do meu
peito arrojado
um grito golpe
apesar do peso.
Pela banha da manha
no bem bom do bolo
sentado sobre a caixa
fortes braços apertando.
Contra o peito afoito
no golpe do gargalo
avariando as emendas
titubiando intácto.
Nas recomendações
da sabedoria da escala
pela tormenta das nações.
Escolhendo a dieta
do magro esfarrapado
com os dedos no botão.
Com as mãos entre as pernas
cotovelos balançando golpe
retinas nítidas em sensação
num escape involuntario.
Narinas retorcidas
dutos expandidos
memória extraviada
malas enlaçadas.
No soturno do medo
candelabro da candice
roendo a pata do camêlo.
Na secura do abrasivo
rompendo os séculos
inebriante película.
Sem escárnios ou arrependimentos
confia em seu taco tranquilo segue
joga ao vento escancarando mesmo
e se dilue em beijos e afagos trocando.
Estanca sem dor e arremete a prosa
comanda e se esbalda afim de sabor
relaxa e usa seu dom de acontecer
e tendo a rédea paira sobre o ser.
Cafungando em vãos nobres
de orgulhos posteriores
pela febre da imantação.
Recôncavo em saliência
pedindo mais vontade
e deixando perecer.
Uma ode ao fio da meada
conduzindo mediando enfim
abrindo os volumes pragmáticos
inserindo o fluxo ao contexto.
Ocupando em ordem significados
engordando o momento de textura
pelos poros às pontas dos dedos
minúncias datadas em química.
Tecendo em segundos estados
alterando sem fim ao colocar
vento por janela em frequência.
Quanto em condições migra
objetos pelo micro ou macro
cacos em objetivos ou soltos.
Fuga pelos algarismos…
Num pop escaldo latino
queimando quilombos
na fuga transitiva real
abortei meu espasmo.
Tarde pra dar arrego
puxou as tripas secas
raspando de medo
o termo relíquia.
Dozinha de mim
quase me atou
pregando cedo.
A cama e eu
um só tempo
sem levantar.
No cabum
to tempo
tibum ansim
como cata.
Em maciço diafragma
respondendo inerte
pela pegada de leão
entupido até a poça.
Numa ode desconhecida
pelas metálicas prateadas
no pudor da pólvora acesa.
Nos reconformes breves
aturdido balaio de gato
em unhas contra veias.
De mandada arterial
ataque sem limites
atingindo o fim da linha
pagando o prato e pronto.
Pela proveta de um desconhecido
me arremesso em canaviais sujos
rodopiando as avessas pelo carnal
em centímetros contados de prazer.
Na régua das dúvidas cruéis
me arrepiei de certeza.
No caminho torto do querer
me coloquei a prova de choque.
Choquei-me,..
Desembocando retinas úmidas
aperto em calor arremessando
aos leões em sensações puras.
No nível de segurança
quiabo doido volátil
esperando o tombo.
Marcando a toca
pedindo prestações
pra dar com a boca, aos dentes.
Língua torta em fileiras
arrepio gentil amordaçado
recebendo em calúnias de prata.
Um vazio cuspido
nos dentes do período
ventando harmonizado
tagueando seu caminho.
Quicando por dedos
anexado aos ganchos
rodando em ordens
sistemas medidos.
Terço de bobagem
esparramando bordas
compulsivamente em ato.
Transplantando a seco
quente vácuo instantãneo
dissecado em conclusão.
Na corrida das gotas
pelo rastro de sal
encontrando pêlo
no caminho queda.
Com gosto de nuvem
pelo céu molhando
olhos de interrogar
lábios se inclinando.
Num arvorecer plano
correndo dança folha
ocupando denso mata.
Numa fuga ao infinito
pelos ares rarefeitos
num abraçar global.
A coisa girando a toda
todo no agora que gira
é a imagem pela coisa
que roda a toda agora.
Rodando em volta
a toda velocidade
espaço encadeando
a própria ilocalidade.
Pelo arremesso
da função
com a queda
sem correção.
Pela espinha
através do choque
na experiência
do sensor.
Sem censura.
Que coisa de pequeninos
uns cacos de disturbiozinho
pelos egos da farpa doce
rasgo crucial nos falos.
Os trabalhos do descuido
arremetendo em consideração
de carreira grande e arremedo.
Travando foice no pescoço
em corte aflito retendo gota
no suor da navalha serrada.
De olho retorcido catado
em folhas sobrepostas
vegetando em geografia
pela ambiência do tridimensional.
Num chiclete engomado
cruzando saliva a dentro
anfetaminas e pó serra
quebranto do acalanto.
Depois de dezenas
desgastado delito
pelas cócegas caras.
Nos conformes da resma
um suporte corre lesma
desenfreada sensação.
Pelos infortúnios
da aurora celeste
escárnios frescos
assobiando em si.
Roçando uma transparência
decorrendo por favores
sismado conjunto sutil
pelo óbvio do decomposto.
Num sentimento contínuo
cadência de sedas pelo ar
raiando através das retinas
na sombra cosmética rala.
Em conjecturas cactus
sobrevoando a cena
em patamar voluntário.
Dezenas de pronúncias
cortes secos reclinados
encinerando a sobrevida.
Do show ao vivo!
Passou por mim
com a cara
de bola da vez
fazendo um
Drum ‘n’ base
um beat acelerado.
Mexendo o cabelo
chamando atenção
rasgando no meio
a multidão.
Entrou na área
quebrou a banca.
É só olhar
pra relevar
não dá pra
ter sem ter
problema.
Marcada para as 20:00 a transmissão do meu primeiro show ao vivo na justin.tv/tela jah começo mandano um videozinho caseiro e fazendo aslgumas passagens de som pra quem quiser olhar pode confErir! http://www.justin.tv/tela


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