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Minha vida dois fonemas
Eu e tu não só mais um, sô.
Mais e plus, vento e blizz
Quando vem será assim
beco de loop
Minha mente refém
alfinetes omni
suguam
Ninho de surucucu jasmim
Brejo de idéias
Cera de mmarfim
Retorno sagaz, Quem de nós sairá.
Não posso voltar atraz
cada tarifa me reluz
nego, por medo espera
Nunca pedi pra ser bom
Por favor me deixa.

se um dia eu desistisse eu poderia ser aceito
que pena as vezes agente voa nos grilhoeins…

naum sei bem como comecar, eu sou como o pinochio…
soh vivo se vc quiser…

bom esses dias era assim:

oi dona, como vc vai?

indo filho, indo…

e agora?

agora ande com seus proprios.

eu tenho?

todo mundo tem, uns nunca querem sair do ventre, outros se dependuram no mundo ateh cair…

quando vc era bem pequena eu tinha um cavalo
e vc meu pai?
eu nunca sai de casa…

no outrro ciclo eu era um lenhador.
eu saia a mata.

vc naum usa acentos?
eu uso um mac

A galera tem entrado aqui mas a novidade tá em rafaelcoelho.wordpress.com , não percam… kkkK!

Vou deixar de publicar meus versos aqui no r4f4.wordpress.com, pois acho que a fórmula já foi bem explorada, mas principalmente por algumas questões de codificação que impedem a leitura correta de posts com acento, então deixo o blog no ar, para a leitura dos posts antigos e começo a escrever em rafaelcoelho.wordpress.com, logo ali na esquina… Obrigado aos que visitaram e que continuem a degustar… Até logo…

Titubiou pela invernada
acariciando a brachiaria
roçou nos cupinzeiros
esfregando na porteira.

Abanando a bandeira
calda alegre festejando
pedindo a passagem
acenando à multidão. 

Beijou o fim do blog…

Na baforada infurnada
respira em cáctus frio
congelando no ópio
macunaimã de lagarto.

Na rua do pedestal
um pobre empedernido
um castiçal enferrujado
pedindo uma embocadura.

Aspas de contramão
direito do contrapeso
destreza do corrimão.

marco da desventura
marreco do descrepância
manco do descalvado.

Caule da minha rúcula
me afoito em pernoite
pela voracidade verde
da proteína pura oca.

Caixa das costelas
barroco da baixada
mescla da mescalina.

Dorso da minha culpa
cratera das desavenças
buraco de saudade.

Diatônica da moral
subterfúgio escultural
mamando as dobraduras
na secura da pele o avelã.

Na lápide do gostoso
escamas agarradas
cedendo as posses
arremetendo o toque.

Esqueço os agravantes
diluindo os sinais senîs
estendendo a carroceria
num toque ponto a ponto. 

Ó bananais da loucura
acóde esse poema sem nó
desamarra essa mula manca.

O seita fúnebre do infortúnio
descascais essa ceborréia
planta no pé o caroço.