Na baforada infurnada
respira em cáctus frio
congelando no ópio
macunaimã de lagarto.
Na rua do pedestal
um pobre empedernido
um castiçal enferrujado
pedindo uma embocadura.
Aspas de contramão
direito do contrapeso
destreza do corrimão.
marco da desventura
marreco do descrepância
manco do descalvado.

1 comment
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2 Dezembro 2008 Ã s 9:26 am
henrique
tava sumido hein?!
vc busca palavras ótimas para ambientar e caracterizar sem poema com uma identidade única. Sonetos de cristal raro