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Sem escárnios ou arrependimentos
confia em seu taco tranquilo segue
joga ao vento escancarando mesmo
e se dilue em beijos e afagos trocando.
Estanca sem dor e arremete a prosa
comanda e se esbalda afim de sabor
relaxa e usa seu dom de acontecer
e tendo a rédea paira sobre o ser.
Cafungando em vãos nobres
de orgulhos posteriores
pela febre da imantação.
Recôncavo em saliência
pedindo mais vontade
e deixando perecer.
Num chiclete engomado
cruzando saliva a dentro
anfetaminas e pó serra
quebranto do acalanto.
Depois de dezenas
desgastado delito
pelas cócegas caras.
Nos conformes da resma
um suporte corre lesma
desenfreada sensação.
Pelos infortúnios
da aurora celeste
escárnios frescos
assobiando em si.
Num mato ou como
se debateu debruçado
roeu seus cardarços
aceitando seu fim.
Rejeitou o porém
cedendo ao avesso
correu encruzilhada
esgueirando calabouço.
Em um cocar legítimo
afundou sua sabedoria
e se coloriu de frutas.
Em poderes celestiais
recebeu seus princípios
cometendo o repúdio universal.
Refugiou-se num nó
cego e consumido
comunicava-se
por reticências.
Numa exclamação
camuflava a dúvida
perdendo o ponto
seguia pela fuga.
Pediu clemência
a dotados graves
confundindo seu ego.
Se cobriu de pó
acompanhada do
resto do seu tempo.
Caminhou na beira do corte
navalha em punhos
descabelou gemendo….
Na petrificação do ato
no oposto do espelho
no furto seletivo sim
repetindo a aventura.
Nos ventos mortos
do caixão profundo
pelas costelas marca
o restante dos trocos.
A bengala de osso
o pronome em prata
a singela putrefação.
Cumé qui era memo?
penso cum seus óio
incima du bananal
vendu as foia caida.
Era du baum memo
penso em guardar
no borso pra num
perde di jeitu ninhum.
Coisa boa assim
é difiçu dincontra
nun é qualqué hora.
Mió memo é oiá
bem direitinhu
pra num perde as memória.
Desce bem com sopa
uma ervilha entalando
num sopapo de mochila
desmascarando o patife.
No espírito da velha escola
anotações secretas de fasão
no barão do tijolo estúpido
reluzente raposa no brasão.
Caminhando pela prancha
refugiado em pentagramas
na sabedoria do ser alheio.
Pela escócia das malvinas
a pessoa do sentinela cego
senti em mim algo belo.
Como uma formiga em reabilitação
por sobre ataduras introspectivas
em vias de se tornar lembrança
repudiando o resto da papinha.
Como um suspiro final
interferido de vendas
pelos acasos do sim
ele morreu afinal.
Num desassossego
cheio de sibilâncias
suspirando assim.
Contorcendo barras
de ferro amargurado
no desespero sombrio.
Ecos sergipanos
vagos em demonstração
estrupiados amorais
em calefação.
Queda de parlamentares
tromboses estruturais
esquemas férteis
contas fechadas.
Da lufada instantânea
um sopro atingindo
em vias de duvidar
pois incrementa.
Num sambalanço
caráter monumental
pedindo a seiva bruta
com limão e gás no gelo.
Coquetel à sossego
queimando mucos
de retirada breve.
Desestruturando
como em invadir
pelos canais bons.
Num salto quântico
tecendo conexôes
em voraz subida
pelos ecos do mundo.
Pedindo paixão assim
tecendo vontades idas
no futuro tangido pois
que acendeu a chama.
Desconversou os sentidos
convencendo algarismos
que inssistem teimosos.
No pleno vapor sendo
resquício de surto
expondo cacos.
Num ping pong
pelo desce e vai
encima de mim
outro problema.
Como contorce
e pede e deixa
descer de novo
pela curva só.
Quão raro será
o fim do inédito
pelo mais do mesmo.
Enfim dormirá
na culpa esquisita
do esquecer sempre.
Numa pedra a esmo
escutando Caetano
mãos como queixo
de cotovelos em si.
Sob o sol espiralado
um redemoinho em
dúvida existencial
do tipo quebrado.
Dentes rangendo
secos golpes
vista cansada.
Cascos batendo
zunido agudo
uma idéia.
Como pede passagem
desce do tamanco
em tropeços cavalares
de ameba invisível.
Numa trepidante
ladeira de jumento
as patas e cascos
nos paralelepípedos.
Bode cumé
sai de salsicha
corre bilú.
Fuinha fucinho
tome tamanduá
senta senhora.
Num corte seco
abrindo aspas
por entragens
enfim de si.
No arbusto
crescido só
força de galho
pra estilingue.
A goiabeira rala
a cerca e arame
o canivete cego.
A lembrança
os arbustos
a fazenda.
Tomando banho de poça
catequizando os olhares
saltos místicos em ritmo
de cadência inquisitiva.
No azedo do encadear
em espreita sensorial
paciência fluvial leve
nos confeitos do sim.
Úmida atividade
reativa biótica
impregnadamente.
Redomas em formação
recanto de conserva
pelo fim da ação.
Num caminho de sedas
singindo em pormenores
no elevar extasiado véu
pelugem acariciando.
Embevecido de torpor
no regimento contido
seivas subliminares
pelos canais fluindo.
Transitando vêemente
duvidando os choques
em contatos voadores.
Em fiel intimação
de deveres carnais
uma sede ao pote.
Num canil despedaçado
um osso murcho roído
onça de cara pintada.
Respaldando o ingresso
nas artes da tessitura
engrenando provérbios
em poeira rala.
Quem comenta cresce
e pede uma entrega
devolve uma sacola
de pregas de esmola.
Como fugir da linha
pedindo afagos
de caminhos avulsos
pra jogar no caldo.
desprovido de alho
provou seu assoalho
assoou no assado
assim soou sado.
comemorou o coma
morando com a maca
camou o comer e comeu a vaca.
encomendou o caldo.
calçou o desgarçado.
desgraçou o engomado.
engraçou o grado.
gradou graduado.

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