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Te vi por rota incerta para mim sem volta resposta não tardou um nada retumbante
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Respirei, tentei retomar rumo idéias estavam escorregando cai em pranto murmuroso desmanchei cinza
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vi algo longe nublado não queria acreditar você outra tanto faz me desfiz pra tentar não ver
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mesmo assim fiquei contente feliz levantei minha corrente nunca havia esquecido antes lembrar nunca me fez feliz
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morri rápido com muita dor
Nessa noite escrevi dois poemas
três eram patavinas
um só foi de balela
Rebobina
Enrole a cabeça do caboclo
Enfie cebola nos olhos
Reparta a teimosia em rodelas
Raspe o cabelo e umideça as caspas
Retire a cera do besunto
Tape o nariz
Perfume o tabasco
Antes de tudo ele era feliz
Agora está no céu
Com um demônio na garupa
Seu cavalo fede alho
Seu escudo é de presunto
Defende as minhocas de sabugo
Como quem rende em alto valor
Patavinas Voraz Guarany
No queixo
Sem desculpa, muito êxito
escombro
desceu da plataforma ácido
Subiu pelas serras gauchas
Mijou no tietê
Viu o prosa
Sentou no segredo
E o aquífero?
guarani

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