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assunto pavoroso de fresco
do tim tim por antunes
itunes

cosmético cômico do cosmo
da meu pão e meu boxe
comissário de merda
ao mar

barra do ferro peru
biro biro
biláu

pois bem
jubilou
jota

xô!

Olha pra traz, um rombo topográfico, deslizando na gama da mancha social.
Somática relação entre os pelos a saliva e o suor.
Contundente torção de dorso.
Cancela o tri.

Retomando o deslumbramento inicial.
Não me lembro como era antes, mas comparando com o de agora.
Com toda a certeza era diferente, o resto não é ponderável tacticamente (dedos).

Tomar por traz não é tão ruim como antigamente, como mastigar vidro já é moda.

“lembro automaticamente do andré, seu irmão e do hino nacional”

Panelização do mundo

        Na pressão da atmosfera atual, a globalização das ações de mercado, banalizam as intenções dos diagnósticos mais proibitivos do que ridículos, da situação presente (de grego). Fora isso as rosquinhas estão por dentro do buraco e o babado novo é o tcham. No meio dessa polarização bilateral da conjuntura, o público continua a ver navios, andando de ônibus público nos momentos mais particulares da frota de afazeres domésticos, a indústria pavimentando assim o descaso global, sem falar que a beija sapo toma testosterona.

Tomorow de today, r4f4
 

Bóiam ratos e balelas numa mentira
numa fantasia de covarde
se esconde um herói manchado
numa cueca virada

um borrão na história dos cegos
um mudo que canta
um burro de carga

três maravilhas e um descaso
dois minutos e cinco sermões

babei.

Ainda sim

persigo o nome
persigo a mentira
meu rabo a morte
e a minha criança

prevejo o erro
e bato a cabeça
até que o sangue
vire poema

então a garça voa
e o IBAMA manda marcar…
ESSA AÃ VOA

e o técnico diz:
-devemos saber quão alto, quão rápido e qual o cheiro do anus dos anus

o ministro comfirma:
-se for adequado fotografe o anus com uma moeda junto
(e pensa; quem dera fosse minha cara nesse anus)

o presidente peida:
quantas medalhas agente pode enfiar no anus do povo?

Sempre continuo andando
Com ou sem você olhando

Sempre vendo
Mesmo se ninguém compro

Molho, seco, visto, beijo.
Quem me constituiu?

E a cidadania, direitos civis e as calopsitas?
E a peste da previdência, e a pena do mau olho?

E o poder? E os podres velhos bestas?
E os macacos e a sua incessante vontade de foder?

Com os outros?

Como água

da bica

Do rio

Na nuca

pra trincar a pele

desconcertar os pelos

preencher o peito

esticar os fluxos

ativar a circulação

descer devagar

encolher

canela

pé de bailarina

Sou fraco…

Quase involuntário

Psicótico, quase repulsivo

Carente, só

Tenso, inconformado

desforme.

E escrevo sem nada

Linha insólita, mala, cueca

Pra seu ninguém ler

Comentar com senhora vadia

E ensinar tudo pros filhinhos da puta….