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Um vindo das trevas
por uma mão brotada
de pedras e cascalho
em um fiozinho de vida.
Deslumbrante luz do dia
um salame fresco e leite
poeira abaixando devagar
televisão depois da janta.
Sendo o novo configurado
surtindo efeitos plenamente
dos acasos cotidianos raros.
Como o terrível bem estar
fluindo pelos sucessos
suado como a carga.
Num esfrega mesmo
ardendo até as juntas
do fornecer à vontade
pelas beiras do descaso.
Esqueci uma disparada
perdendo pontos avulsos
mesmo antes de recomeçar
já havia preparado enfim.
É o calabouço da retórica
do como soar estranho
em rodas de menosprezar.
A vitória pelo cansaço
na chuva de guilhotinas
do comemorar sozinho.
Da lufada instantânea
um sopro atingindo
em vias de duvidar
pois incrementa.
Num sambalanço
caráter monumental
pedindo a seiva bruta
com limão e gás no gelo.
Coquetel à sossego
queimando mucos
de retirada breve.
Desestruturando
como em invadir
pelos canais bons.
Uma espontânea
de nós gastos
na torcida rouca
emendando-se.
Fugiu como
paradígma
retorcendo
os lábios.
Esqueceu da chuva
a umidade relativa
se encabeçou d’água.
Deu um jeito
assobiou um si
e pediu uma pausa.
Bem no meio de uma farça
um estrago entusiasmadorompido de ações puristas
comunicando três misérias.
O estrago toma forma de afago
roçando calor na nuca sensível
desafia a orelha em palavrinhas
silenciosamente o estrago foge.
Em condição de matéria o ato
percorre em saber atemporal
partículas de vontade beiram.
Num estrado de madeira a saudade
relegada a uma porção de velhinhos
eles jogam para advinhar belezas.
Com conceitos evolutivos
racionalizando em gramas
de estímulos em repetição
atravessando por manter.
Em flutuações contidas
agregado de altos atos
em contagem regressa
sustentando pelo fio.
Contextos casuais
ofegando em vapor
por caminhos crus.
Sensorial abatido
de difícil acesso
um tapa na cara.
Entrem e sentem
tomem seus lugares
nos pontos cômodos
relaxem respirem.
Uma onda de novidade
ligação proposta
eu sei você também sentiu;
Uma conexão de clicks
hits por turbilhões
caminhos encontrados.
Aceita esse poema
como um beijo na testa
um afago na consciência
empurrãozinho no ego.
Esquerda de queixo
por um torto na junta
escadarolando em tapas
sendo que pede beijo.

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