27 Agosto 2008 in SensoComum | Tags: , , , , , , , , , , | |

25 Agosto 2008 in SensoComum | Tags: , , , , , | |

5 comments (Edit) No comments (Edit) 1 comment (Edit) 4 comments (Edit) 1 comment (Edit)

Num sambalanço caráter monumental pedindo a seiva bruta com limão e gás no gelo.

Coquetel à sossego queimando mucos de retirada breve.

Num salto quântico tecendo conexôes em voraz subida pelos ecos do mundo.
Desconversou os sentidos convencendo algarismos que inssistem teimosos.

No pleno vapor sendo resquício de surto expondo cacos.

19 Agosto 2008 in SensoComum | Tags: , , , , , , , , , | | 1 comment (Edit)

, | | 1 comment (Edit)

9 Agosto 2008 in SensoComum | Tags: , , , , , , , , , , , | | No comments (Edit)

Novo

Domo

Quão raro será
o fim do inédito
pelo mais do mesmo.

Enfim dormirá
na culpa esquisita
do esquecer sempre.

Me lembro do 7 do 7 de 2007 e imagino 9 do 9 de 2009.

Numa pedra a esmo
escutando Caetano
mãos como queixo
de cotovelos em si.

Sob o sol espiralado
um redemoinho em
dúvida existencial
do tipo quebrado.

Dentes rangendo
secos golpes
vista cansada.

Cascos batendo
zunido agudo
uma idéia.

De ternura acimentada
na rispidez do cão
por uma pernada
de morto-vivo.

Agarrado de semelhanças
encrespando os respaldos
na barriga do ronaldo
uma urtiga de pelicano.

Com três mais-ou-menos
algo que não se quer saber
por aí vai e as vezes não.

De barba mal feita
esperando o cactus
na fileira barroca.

Como pede passagem
desce do tamanco
em tropeços cavalares
de ameba invisível.

Numa trepidante
ladeira de jumento
as patas e cascos
nos paralelepípedos.

Bode cumé
sai de salsicha
corre bilú.

Fuinha fucinho
tome tamanduá
senta senhora.

De suvaco preferido
retorcido metal puro
odores estremecedores
de colônias sadias.

Em pentelhos armados
guerra de caranguejeira
tranças ensebadas
poeira de face.

Insetos polidos
ácaros de olho
tubos de encerar.

Fogo de fluido
chama fagulha
ressentimento.

Uma espontânea
de nós gastos
na torcida rouca
emendando-se.

Fugiu como
paradígma
retorcendo
os lábios.

Esqueceu da chuva
a umidade relativa
se encabeçou d’água.

Deu um jeito
assobiou um si
e pediu uma pausa.

O parágrafo arrepia
olhos escancarados
temporariamente
sou verbalizado.
Nomes afugentados
percorrem a espinha
geladas pontuações
sistematizando forma.
Numa liberdade
assistida de longe
por retinas rígidas.
Na febre da jaula
o teor do metal
do encadeamento.

Num corte seco
abrindo aspas
por entragens
enfim de si.
No arbusto
crescido só
força de galho
pra estilingue.
A goiabeira rala
a cerca e arame
o canivete cego.
A lembrança
os arbustos
a fazenda.
Vago Anestésico

Num caminho de sedas
singindo em pormenores
no elevar extasiado véu
pelugem acariciando.
Embevecido de torpor
no regimento contido
seivas subliminares
pelos canais fluindo.
Transitando vêemente
duvidando os choques
em contatos voadores.
Em fiel intimação
de deveres carnais
uma sede ao pote.
Novo
Domo

ta tudu dominadu.
Uma hora cansa
e joga as velhas
tranças abaixo
esperan
do.
Quem sobe
pela janela
pra resgatar
do domo.
Trazendo o novo
pra tratar direito
de mudar o cadeado.
Pra mostrar o erro
e acompanhar
pro próximo.
Pelo ó do escalafobético
ruminando zumbindo ego
no pó do jacinto hermético.
Tomando banho de poça
catequizando os olhares
saltos místicos em ritmo
de cadência inquisitiva.
No azedo do encadear
em espreita sensorial
paciência fluvial leve
nos confeitos do sim.
Úmida atividade
reativa biótica
impregnadamente.
Redomas em formação
recanto de conserva
pelo fim da ação.
Anúncios

Deixe um comentário

Comments feed for this article

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: