Caule da minha rúcula
me afoito em pernoite
pela voracidade verde
da proteína pura oca.

Caixa das costelas
barroco da baixada
mescla da mescalina.

Dorso da minha culpa
cratera das desavenças
buraco de saudade.

Diatônica da moral
subterfúgio escultural
mamando as dobraduras
na secura da pele o avelã.

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