Orelha, upload feito originalmente por rafacoelho.

Flicker no ar!!!!

Demo 2009

Demo 2009

Baixar aqui!

R4f4 Rajal

R4f4 Rajal

Palco onde tenho feito meus shows no Second Life, muito legal, tem sido incrvel tocar no jogo.

Foto minha tirada pelo meu filho.

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Estou usando agora tambm o servio do blogger para divulgar meu trabalho, quem quiser comfirir meu novo blog de divulgao clique aqui. o endereo rafa-coelho.blogspot.com

Foto usada na capa do demo 2009

Rafael no Rio

Rafael no Rio

Minha vida dois fonemas
Eu e tu no s mais um, s.
Mais e plus, vento e blizz
Quando vem ser assim
beco de loop
Minha mente refm
alfinetes omni
suguam
Ninho de surucucu jasmim
Brejo de idias
Cera de mmarfim
Retorno sagaz, Quem de ns sair.
No posso voltar atraz
cada tarifa me reluz
nego, por medo espera
Nunca pedi pra ser bom
Por favor me deixa.

se um dia eu desistisse eu poderia ser aceito
que pena as vezes agente voa nos grilhoeins…

naum sei bem como comecar, eu sou como o pinochio…
soh vivo se vc quiser…

bom esses dias era assim:

oi dona, como vc vai?

indo filho, indo…

e agora?

agora ande com seus proprios.

eu tenho?

todo mundo tem, uns nunca querem sair do ventre, outros se dependuram no mundo ateh cair…

quando vc era bem pequena eu tinha um cavalo
e vc meu pai?
eu nunca sai de casa…

no outrro ciclo eu era um lenhador.
eu saia a mata.

vc naum usa acentos?
eu uso um mac

A galera tem entrado aqui mas a novidade t em rafaelcoelho.wordpress.com , no percam… kkkK!

Vou deixar de publicar meus versos aqui no r4f4.wordpress.com, pois acho que a frmula j foi bem explorada, mas principalmente por algumas questes de codificao que impedem a leitura correta de posts com acento, ento deixo o blog no ar, para a leitura dos posts antigos e comeo a escrever em rafaelcoelho.wordpress.com, logo ali na esquina… Obrigado aos que visitaram e que continuem a degustar… At logo…

Titubiou pela invernada
acariciando a brachiaria
roou nos cupinzeiros
esfregando na porteira.

Abanando a bandeira
calda alegre festejando
pedindo a passagem
acenando multido.

Beijou o fim do blog…

Na baforada infurnada
respira em cctus frio
congelando no pio
macunaim de lagarto.

Na rua do pedestal
um pobre empedernido
um castial enferrujado
pedindo uma embocadura.

Aspas de contramo
direito do contrapeso
destreza do corrimo.

marco da desventura
marreco do descrepncia
manco do descalvado.

Caule da minha rcula
me afoito em pernoite
pela voracidade verde
da protena pura oca.

Caixa das costelas
barroco da baixada
mescla da mescalina.

Dorso da minha culpa
cratera das desavenas
buraco de saudade.

Diatnica da moral
subterfgio escultural
mamando as dobraduras
na secura da pele o avel.

Na lpide do gostoso
escamas agarradas
cedendo as posses
arremetendo o toque.

Esqueo os agravantes
diluindo os sinais sens
estendendo a carroceria
num toque ponto a ponto.

bananais da loucura
acde esse poema sem n
desamarra essa mula manca.

O seita fnebre do infortnio
descascais essa ceborria
planta no p o caroo.

Again…

Obama ganhou, que coisa boa hein, que ser do mundo agora? Que chuva grossa vem por a?

Is a hard rain gonna fall?

Let it rain…

Corre um carro velhode palavras soltasacessrios tremulandotintura flamejante.

Num bonde de desejopela tarde vermelhauma aventura picapor um dilogo sacro.

Retendo gases e lquidosqueimando a angstialavando o asfalto.

Marcas do rompimentoestufando o peitoaderindo curva.

Pelo canto sem trapaa
prato e calhamao vai
desponta e gruda o p
seco no grito guardado.

Arrepia suando a frio
pulsa na mnima frao
no desenho do traado
na descida sutil corrida.

Resto pelos outros
pelo mesmo
por fim…

No zumbido condenso
crio curvas em cadncia
sobrevo a mar cndido.

Aceito a brisa como plano
permeio vapores salgados
me arrebento na areia lisa.

mido e espalhafatoso
cardeal em comedido
linhas em duvidoso
cadaro encardido.

Dentro do meu
peito arrojado
um grito golpe
apesar do peso.