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Estamos acontecendo, chat ativado no eai.fmquem quiser dar palpite no design, perguntar qualquer coisa ou s dar um al fique avontade! Dessa vez no tem desculpa de que tem que fazer login hein, s escreve o nome e a mensagem… Vamos agitando….

Na lpide do gostoso
escamas agarradas
cedendo as posses
arremetendo o toque.

Esqueo os agravantes
diluindo os sinais sens
estendendo a carroceria
num toque ponto a ponto.

bananais da loucura
acde esse poema sem n
desamarra essa mula manca.

O seita fnebre do infortnio
descascais essa ceborria
planta no p o caroo.

Sem escrnios ou arrependimentos
confia em seu taco tranquilo segue
joga ao vento escancarando mesmo
e se dilue em beijos e afagos trocando.

Estanca sem dor e arremete a prosa
comanda e se esbalda afim de sabor
relaxa e usa seu dom de acontecer
e tendo a rdea paira sobre o ser.

Cafungando em vos nobres
de orgulhos posteriores
pela febre da imantao.

Recncavo em salincia
pedindo mais vontade
e deixando perecer.

Num pop escaldo latino
queimando quilombos
na fuga transitiva real
abortei meu espasmo.

Tarde pra dar arrego
puxou as tripas secas
raspando de medo
o termo relquia.

Dozinha de mim
quase me atou
pregando cedo.

A cama e eu
um s tempo
sem levantar.

Em macio diafragma
respondendo inerte
pela pegada de leo
entupido at a poa.

Numa ode desconhecida
pelas metlicas prateadas
no pudor da plvora acesa.

Nos reconformes breves
aturdido balaio de gato
em unhas contra veias.

De mandada arterial
ataque sem limites
atingindo o fim da linha
pagando o prato e pronto.

Pela proveta de um desconhecido
me arremesso em canaviais sujos
rodopiando as avessas pelo carnal
em centmetros contados de prazer.

Na rgua das dvidas cruis
me arrepiei de certeza.

No caminho torto do querer
me coloquei a prova de choque.

Choquei-me,..

Desembocando retinas midas
aperto em calor arremessando
aos lees em sensaes puras.

No nvel de segurana
quiabo doido voltil
esperando o tombo.

Marcando a toca
pedindo prestaes
pra dar com a boca, aos dentes.

Lngua torta em fileiras
arrepio gentil amordaado
recebendo em calnias de prata.

Um vazio cuspido
nos dentes do perodo
ventando harmonizado
tagueando seu caminho.

Quicando por dedos
anexado aos ganchos
rodando em ordens
sistemas medidos.

Tero de bobagem
esparramando bordas
compulsivamente em ato.

Transplantando a seco
quente vcuo instantneo
dissecado em concluso.

Na corrida das gotas
pelo rastro de sal
encontrando plo
no caminho queda.

Com gosto de nuvem
pelo cu molhando
olhos de interrogar
lbios se inclinando.

Num arvorecer plano
correndo dana folha
ocupando denso mata.

Numa fuga ao infinito
pelos ares rarefeitos
num abraar global.

A coisa girando a toda

todo no agora que gira

a imagem pela coisa

que roda a toda agora.

Rodando em volta

a toda velocidade

espao encadeando

a prpria ilocalidade.

Pelo arremesso

da funo

com a queda

sem correo.

Pela espinha

atravs do choque

na experincia

do sensor.

Sem censura.

Que coisa de pequeninos
uns cacos de disturbiozinho
pelos egos da farpa doce
rasgo crucial nos falos.

Os trabalhos do descuido
arremetendo em considerao
de carreira grande e arremedo.

Travando foice no pescoo
em corte aflito retendo gota
no suor da navalha serrada.

De olho retorcido catado
em folhas sobrepostas
vegetando em geografia
pela ambincia do tridimensional.

Num chiclete engomado
cruzando saliva a dentro
anfetaminas e p serra
quebranto do acalanto.

Depois de dezenas
desgastado delito
pelas ccegas caras.

Nos conformes da resma
um suporte corre lesma
desenfreada sensao.

Pelos infortnios
da aurora celeste
escrnios frescos
assobiando em si.

Roando uma transparncia
decorrendo por favores
sismado conjunto sutil
pelo bvio do decomposto.

Num sentimento contnuo
cadncia de sedas pelo ar
raiando atravs das retinas
na sombra cosmtica rala.

Em conjecturas cactus
sobrevoando a cena
em patamar voluntrio.

Dezenas de pronncias
cortes secos reclinados
encinerando a sobrevida.

Num reconforto entre braos
de um luar em vias extintas
puxando o tear da carroa
deitado de papos com ar.

Percebendo intuitos vorazes
assobiando pela retina azul
em vozes dissonantes pois
um encontro de chamas.

Pela dvida do destino
na crueldade do possvel
e na certeza do inexato.

Farto de sabedorias
em sede compatvel
e sadas deslumbrantes.

Na bifurcao da cerca
cadeado de outras vias
acerto comemorando
o assobio retilneo.

Na graa do repente
cantado de sobrancelha
com rebarbas caindo pro
estilo do macomunado sufoco.

De traquejos turbina
associou seu futuro
espanando grelha.

Em parafuso mssel
conectou descasado
num rebite aprofundado.

Titubiou mandinguento
rudimentando gestos
formigou em afagos
por via de duvidoso.

Correspondeu em cores
saltos abstraindo
de texturas breves
gamas recursivas.

Mandou um clebre as favas
encapou trs malditos
conjecturou fezes.

Desarmou-se em luta
pediu sopro s armas
salivou espumante.

Medindo os passos
numa ida paraiso
assobiando roxo
descartei o monte.

Contorno o jeito
amarro o bode
dando ases aos
que esperam o duque.

Num comicho coadinha
respeito o dilvio possvel
aguardando com a palha.

Amarrado no assoalho
a prova de tudo espero
pelos acasos indomveis.

Na totalidade do discurso
do real tonificado em srie
diluimos constantemente
em gelia desse movimento.

Que o aglomerar do pulso
danando em sintonia fina
espelhando o peito mundo.

E o resto do segredo assim
o quanto do acaso sonoro
do movimento acuado reto.

A convulso dos conflitos
irredutvel do ego roubado
o calabouo da razo dupla
repetindo a disparidade comum.

Com um carinho verbal
articula-se o desejo
com o olhar querido
e o favor postio.

Definha longe em
descaso se escalado
a matria morta.

Ou vibra gotejante
em cores diagonais
e celestiais prazeres
pelo parto do querer.

O mundo das letras
em vages de palavras
em cidades metlicas.

Berrando em sete lnguas
flutuando seu prprio caos
submergindo em despedaos
que me tenham os dizeres.

Embrenhado em intemperana
caducou terreno improdutivo
na margem da misria lquida
soterrou em atitudes viscerais.

Desgovernado em bvio
do real que escapa
e consome pra onde?