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Estamos acontecendo, chat ativado no eai.fm quem quiser dar palpite no design, perguntar qualquer coisa ou só dar um alô fique avontade! Dessa vez não tem desculpa de que tem que fazer login hein, só escreve o nome e a mensagem… Vamos agitando….

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Se segure mundo, estamos nos mexendo, e remexendo muito, afinal a arte de mexer vem desde os tempos da pedra lascada, todo mundo mexia né e sacudia! Então sacudãmo-nos e vamos em frente. http://www.eai.fm soon my friends!

Por uma quentura de olhos
dum te vi passando assim
por uma sobremesa assada
do cafundé do sururucú.

No baticum do senagalês
um por mais som de tibum
na suadêra do atravimento
com um berro de pó gritá.

Um coro de prêta véia
balançando no congado
ô sinhô…..

No coro quente de batê
na tumtumzera do pau ôco
no bumzê do coro curtido.

Olho no espelho digital
sendo reflexo defasado
em sensos interlaçados
gotejando frente à tela.

Atualizando vontades
em configurada sede
pelos que ainda não
mesmo em tempos de sim.

Dúvidas em retornos cartesianos
definições perambulam o inssosso
relatado em ramificadas estatísticas.

Os escombros em visualização tridimensional
escândalos por categoria de prejuizo social
copiando atestados de óbito ocasional.

Coloquei duas poesias no overmundo uma está disponível para votação e outra esta na fila de edição, são poesias aqui do site mas é legal conferir o overmundo,  quem quiser se registrar, passando pelo trabalho de receber um e-mail de confirmação pode votar, é uma comunidade bem legal, a primeira poesia foi bem aceita e chegou a 70 votos! Fiquei bem feliz! Vamos ver o que acontece com a outra.

Quem quiser ver a anterior procura por r4f4 no Banco de Cultura! ;) ou clique aqui hehe

Uma diária de pasto
as gramas do dia
pasta da hora.

Diluviuzinhu rei
snack japonês
espiralando.

Sentença três
erro fatal
mensal.

Sal

Como uma traíra
debatendo no seco
desaguando seu fim

Engasgando em ar fresco
vísceras em arabesco
aspirando pó de marfim

Desengastalhando o destino
degringolando as engrenações
defasando o ego

Caminhava trôpego desavisado
proparoxítonas lhe empestiavam
devorava tudo sem acentuação
esbarrava no canto das frases.

De uma esquina empenou a costela
conteve os ânimos com vírgulas
tropeçou finalmente em aspas
encontrou na fuça a quimera.

Cancelou todos os apelos informais
buscou refúgio entre parêntesis
acertou os ponteiros em cruz
bateu o martelo no susto

foi completando o futuro
preenchendo as linhas
amarrando os gestos
costurando palavras

Sem correção ou paciência titular
aceitamos os erros no conjunto
a estrutura haverá de aguentar
os leigos também vão chiar

Extrato quente mancha os dedos
o sangue do poema valoriza
ninguém desistiu dos erros
pormenores passarinharam ilesos

lambusaram a farinha na medula
os ossos escureceram de podres
o molho enfureceu as ventanas
o óleo preencheu as lacunas

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